Empreendedorismo
Por: Redação
O início do ano tem se consolidado como um dos períodos mais simbólicos para a ressignificação de carreira no Brasil. Com a abertura de um novo ciclo, cresce o número de profissionais que aproveitam o momento para rever escolhas, alinhar expectativas e redesenhar trajetórias mais conectadas a propósito, identidade e qualidade de vida.
Dados recentes do mercado confirmam essa tendência. Uma pesquisa da consultoria Robert Half aponta que 54% dos profissionais planejavam trocar de emprego, enquanto 31% demonstravam interesse em mudar de área ou reposicionar a carreira, indicando um movimento consistente de transformação profissional. Já um levantamento da Catho revela que mais de 40% dos brasileiros consideram mudar de carreira, especialmente entre profissionais de 26 a 35 anos.
Para a especialista em gestão de pessoas e CEO da Center RH, Eliana Machado, o início do ano funciona como um gatilho emocional e estratégico para esse processo. “Janeiro representa mais do que planejamento. Ele convida à reflexão profunda sobre escolhas feitas, caminhos percorridos e, principalmente, sobre o que ainda faz sentido para a vida profissional”, afirma.
Segundo Eliana, a ressignificação deixou de ser encarada como instabilidade e passou a ser vista como maturidade. “Hoje, mudar ou ajustar a rota não significa fracasso. Pelo contrário: demonstra consciência, protagonismo e responsabilidade sobre a própria carreira”, destaca.
O movimento também acompanha transformações estruturais no mercado de trabalho. Relatórios globais sobre o futuro do trabalho indicam que milhões de novas vagas devem surgir até o fim da década, enquanto uma parcela significativa das ocupações atuais será impactada por tecnologia, automação e novas demandas de competências. Nesse cenário, repensar a carreira tornou-se uma estratégia de adaptação e crescimento.
Para a CEO da Center RH, o conceito de sucesso também mudou. “As pessoas não querem apenas cargos ou salários mais altos. Elas buscam significado, reconhecimento, desenvolvimento contínuo e equilíbrio. O início do ano escancara essa necessidade de alinhamento entre carreira e vida”, explica Eliana Machado.
A especialista reforça que ressignificar não significa, necessariamente, romper com tudo. “Muitas vezes, o processo envolve reorganizar prioridades, reconhecer habilidades que estavam adormecidas e reposicionar a própria imagem profissional. A carreira é viva e acompanha a evolução de cada indivíduo”, pontua.
Com dados que evidenciam alta mobilidade profissional e um mercado cada vez mais dinâmico, o início de 2026 se consolida como um período-chave para quem deseja escrever um novo capítulo profissional com mais consciência, clareza e propósito.





Uma resposta
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