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A voz da liberdade brasileira é americana

(Imagem: Suno)

Invista no Jornal Merkato! – Pix: 47.964.551/0001-39


Coluna Polítikus
Por José Salucci / Jornalista.

Elon Mausk, dono da rede social X (antigo Twiter), trouxe um cânone verbal para a liberdade de expressão no Brasil. Esta medida de opinião do sul africano, naturalizado norte-americano, está fazendo estremecer as estruturas do autoritarismo judicial brasileiro, de quebra, está causando um incômodo nos falsos amantes da democracia brasileira, que estão espalhados na imprensa, nos tribunais das universidades, no recôndito do Congresso Nacional e nas esquinas dos bares.

Precisou de que, um estrangeiro colocasse luz na sala de jantar de autoridades pérfidas, para o mundo inteiro ver que, a mesa do jantar tem pratos e talheres bonitos, iguarias requintadas e corações vultosos interessados em ‘deliciar’ as ‘doces ambrosias’ do Brasil na hora da sobremesa, melhor dizendo: na hora da eleição.

Enquanto isso, o povo sente fome de liberdade, pelo menos aquele povo que é direito e a favor do Direito. Os marajás, no meio do jantar, se engasgaram com o espinho verbal de Musk, e quem tossiu foi o ex-morador de quarto em presídio, Luiz Inácio Lula da Silva, que se manifestou pensando em comida, disse o intelectual: “O empresário americano, que nunca produziu um pé de capim nesse país”… Bom, aí ele pensou na política pela barriga. Foi mal, presidente! A gente sabe que o senhor gosta de capim, mas do que a Vossa Excelência não gosta, é de liberdade e democracia, ‘iguarias’ que não estimulam o paladar do presidente. Então que ele peça ao Maduro que plante uma roça de capim para ele, lá na Venezuela, e, depois, chama o JN para cobrir a reportagem, fica a dica!

Estamos com fome de liberdade e democracia! Parlamentares e pessoas comuns, já tiveram suas redes sociais cerceadas por apenas opinarem contra o Governo Federal. É o tal do crime de opinião. Os deputados Otoni de Paula e Nikolas Ferreira foram contemplados na lista de Alexandre de Moraes, o ditador.  Ambos tiveram o Twitter bloqueado por emitirem opiniões políticas que não agradaram aos deuses do Judiciário e Executivo. Ah, se esses deputados vivessem em tempos de Grécia Antiga, acho que até Zeus agiria com mais sabedoria!

Outra personalidade que se manifestou com empáfia, foi o senador Randolfe Rodrigues, que usou a rede social X, que pertence a empresa de Musk, disse: “Não aceitaremos interferência estrangeira que venha conspirar contra a nossa democracia! A decisão do ministro Alexandre de Moraes, de incluir Elon Musk no inquérito das milícias digitais, tem nosso total apoio”! É, senador! Mas quando ONGs e bilionários estrangeiros investem em movimentos de esquerda para interferir em legislações, na cultura e sociedade brasileira, aí pode, nê? Pérfido!

O Brasil vive um período de ditadura no campo das redes socais digitais. Essa semana, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, se manifestou e disse que liberdade de expressão não é praticar discurso de ódio, homofobia, xenofobia e aqueles outros signos linguísticos que a esquerda patética inventou para dividir o país. Tudo bem, senhor excelentíssimo juiz, cadê a prisão dos iluminados da mídia “Choquei”? O Merkato não esqueceu o que esses mentirosos fizeram com a jovem Jéssica, a tragédia acabou em suicídio por parte da menina, que foi vítima de Fake News nas redes sociais. À época, os heróis da democracia não vociferaram nas redes sociais digitais.

E falando em mídia mentirosa, no último domingo (07), comemorou-se o “Dia do Jornalista”. Pensei, aqui, para essa coluna “Polítikus,” escrever um artigo sobre a linda profissão e abordar alguns pontos críticos da imprensa brasileira, mas desisti. O jornalismo no Brasil está morto. A imprensa é canalha! Passa pano nas ‘burradas’ do atual governo, afinal, as contas precisam de ser pagas.

Falando em jornalismo, em 2009, o STF decidiu que qualquer pessoa, independentemente de formação, pode assumir as funções de jornalista. A alegação para a não obrigatoriedade é a de que o diploma não é exigido pela Constituição. (Fonte: Agência Câmara de Notícias). Pois é, depois o próprio Supremo quer censurar os blogueiros. Vai entender essa democracia que pede respeito, mas não o autentica.

Com base nisso, leitor, para você não achar que sou um bolsonarista ou um jornalista bolsonarista, sou a favor da regulação da internet, mas regular para quem? Se as mídias fajutas também passarem por algum crivo de regulação, aí tudo bem. Mas na prática, a censura é para os jornalistas de direita ou civis conservadores. Eu estudei jornalismo, não comprei meu diploma. Tive que registrar meu jornal na Junta Comercial, então não quero que uma mídia chamada “Choquei” se passe por vanguarda na comunicação, entre outras mídias raquíticas intelectuais de informação, seja de esquerda, de direita ou, de qualquer outro posicionamento partidário. Jornalismo é coisa séria e liberdade também! A lei é para todos!

Eu poderia escrever muito mais, aqui, nesse artigo. Abordar o fator econômico da empresa X em permanecer no Brasil ou, os prejuízos com sua possível saída, falar sobre o mercado de investimento na internet depois da polêmica entre Xandão e Musk, e muito mais…

Para não sofrer censura e ter o Merkato apenas como passado, deixo a voz americana continuar a me representar. Mesmo, ainda me sentindo colônia nessa história, sabendo que sou uma República.

O Brasil volta aos tempos Tupiniquim; fomos enxergados por outra nação a nos representar com sua voz de liberdade. Onde será a cena do próximo grito em que um povo heroico soltará o brado retumbante? Será no dia 21 de abril, no Rio de Janeiro? Até lá, a voz da liberdade brasileira é americana.

*O texto é de livre pensamento do colunista*

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José SalucciJornalista e criador do Jornal Merkato. / Foto: Thais Gobbo.

 

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