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Dinâmico e Nilda Vanette participaram do “Dia Nacional do Livro Infantil” na Biblioteca de Valparaíso

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Cultura / Literatura Infantil

Tarde lúdica, recreativa, cheia de sorrisos e de uma linda história contada. Aconteceu, hoje (18), à tarde, na Biblioteca e Centro Cultural Carlos Corrêa Loyola, em Valparaíso, uma celebração ao “Dia Nacional do Livro Infantil”.

Na ocasião, o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), Nilda Vanette e o Dinâmico Centro Educacional participaram de uma encantadora e lúdica história: “A Lagarta Pequenina”, que foi narrada, teatralizada e interpretada pela dupla “Pés na Lua”.

A data escolhida para celebrar a literatura infantil nacional é uma homenagem ao escritor Monteiro Lobato, que nasceu em 18 de abril de 1882, ele é considerado o pai da literatura infantil brasileira.

Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI), Nilda Vanette. No centro da foto, a dupla Pés na Lua. /Foto: Divulgação.

Representando o CMEI Nilda Vanette, a professora Maria Auxiliadora Zorzal, 42, educadora do Grupo 5, comentou a importância de instituições educacionais compartilharem com seus alunos e alunas os espaços culturais públicos.

“A gente didatizou muito o livro. A gente tem que proporcionar momentos de contar histórias por contar, ler por ler. É isso que forma um bom leitor, não fazendo atividades e provas em cima de livro, mas sim, trazendo esse contato para as crianças em uma biblioteca tão importante. É obrigação da educação infantil contar histórias todos os dias”, disse a professora, que possui 17 anos de experiência na área educacional pela Prefeitura de Serra.

Além dos pequeninos leitores do CEMEI, também esteve presente na Biblioteca a turminha do 1º ano, do ensino fundamental I, da escola Dinâmico. Acompanhados pela professora Bruna Fantoni, 24, formada em Pedagogia, puderam viver uma gostosa experiência literária, a qual lembrarão na fase adulta e entenderão o quão importante é momentos como o de hoje à tarde. Um dia relevante para a literatura infantil, que oportuniza uma aproximação de história e literatura. Mas ainda há escolas e educadores que não propõe atividades representativas à respectiva data do 18 de abril.

Trazer as crianças à Biblioteca de Valparaíso, em dia de relevante data comemorativa do universo educacional, não se trata de propor para alunos e alunas uma ação imediata para se ter o gosto da leitura, muito menos, um ato conservador de apenas se comemorar uma data nacional. O dia de hoje vai além disso. Foi vivido e plantado, é mais uma parte de uma sequência de atividades didáticas, que ajudam na formação emocional e cognitiva da criança, assim, proporcionando um ambiente de interesse à leitura e memória afetiva às crianças, a professora Bruna comentou.

“Eu acho muito importante, porque têm muitas escolas que já esqueceram desse dia. Então é muito importante trazer o dia e também não só ele, mas a literatura na vida da criança em seu cotidiano, trazer historinhas, mostrar a elas a biblioteca pra abrir espaços pra imaginação e criação”, opinou.

Dinâmico Centro Educacional , localizada em Valparaíso. De camisa azul, ao lado direito da foto, em pé, a professora Bruna. No centro da foto, de camisa preta, a dupla Pés na Lua. / Foto: Divulgação.

Contação de História

Para uma data tão especial na vida de crianças que precisam de sempre experimentar o lúdico nos caminhos da educação, nada melhor que ter dois profissionais dessa área, que são bem ‘maluquinhos’ e engenhosos na arte infantil. Para efetivar uma boa metáfora e poder passar o recado, a “Pés na Lua”, uma dupla de Contação de História, Jogos Teatrais e Musicalização, encantaram a criançada com a história “A Lagarta Pequenina”.

Com instrumentos musicais, interpretação artística e a bela narrativa da lagarta, que se tornou uma borboleta, a dupla trouxe a mensagem em que todos nós temos diferenças, e a beleza da vida é exatamente essa: ter diferenças. À tarde foi encantada de risos, entusiasmo e expectativa na hora do sorteio.

A dupla Pés Na Lua foi criada em 2017 por profissionais que já atuavam há mais de 05 anos no mercado e que após se conhecerem, decidiram se unir em prol desse sonho de levar literatura e música de forma lúdica. / Foto: Divulgação.

A integrante da dupla, Joelma Neves, 52, capixaba, moradora de Vila Velha, que já está com 20 anos de experiência na área da arte, comentou. “Eu acredito que o encontro de hoje é muito importante, principalmente, nessa fase que as crianças estão de estimulo à criatividade, à imaginação, isso propõe mais alegria para a criança, favorece uma autoestima incrível”, disse a Instrutora de Teatro para Pessoas Com Deficiência, Contadora de História e Atriz, que também atua na APAE da Serra e Vitória Down.

Também fazendo parte da dupla, o integrante Igor dos Santos, 33, professor de musicalização, comenta o conteúdo da história, em que a lagarta se torna uma borboleta. O significado dessa metáfora para o mundo infantil ensina o respeito às diferenças e o tempo que cada indivíduo tem de se transformar.

“A história ‘A Lagarta Pequenina’ fala de transformação, do tempo de cada um, que cada um tem sua forma de agir e de pensar, e com essa história a gente vê que todo mundo ficava perturbando a lagarta, porque ela era diferente… então trazemos de uma forma lúdica, com instrumentos, com dinâmica… o processo fica mais agradável, traz mais leveza pra gente nessa vida. E, hoje em dia, também não tá nada fácil nessa vida de lagartinha… é pra todo mundo virar borboleta no final”, disse Igor, que também é músico e musicoterapeuta.

Tempo de experiência

A chefe da Biblioteca e Centro Cultural Carlos Corrêa Loyola, Fátima Nistal, 69, aposentada na área da educação, com 22 anos de trabalho como diretora escolar no ensino fundamental e CMEI, pontua a necessidade de se manter as datas comemorativas como padrão de reflexão, com atividades propícias ao assunto que se comemora. Ela, que é atuante em proporcionar encontros culturais e educacionais na Biblioteca, marcou a sua fala com o prazer de trabalhar a favor da cultura e educação.

“Como ex-diretora de escola e pedagoga, e por ter sido diretora tantos anos, tanto de EMEF, quanto de CMEI, no município de Serra, então posso dizer que não podemos perder o foco dessas datas. O lúdico da criança tem que ser trabalhado de forma constante para seu desenvolvimento infantil. E, eu, sinto que algumas escolas não abraçam mais essas datas. Pra mim, com toda minha experiência, eu acho que isso faz parte. Devemos passar isso adiante, passar para a geração que está vindo. E tem professor que nem comemora, que nem sabe da data, mas mesmo com apoio ou sem apoio, a gente faz! A gente quer fazer acontecer! E com um espaço desse tão lindo e maravilhoso, eu tenho mais é que trabalhar”, disse sorrindo.


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