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Do primeiro jogo de tabuleiro aos jogos de realidade aumentada

(Imagem gerada em opnart.ai)

Invista no Jornal Merkato! – Pix: 47.964.551/0001-39


Coluna Mundo Geek
Por Everton Souza / Empreendedor, webdesigner e apaixonado por cultura Geek.

Para onde a tecnologia nos levará?

Desde épocas remotas, entrelaçadas com a mitologia e as eras dos reis e plebeus, o homem tem construído jogos para passar o tempo e se divertir. Os primeiros jogos de tabuleiro, como Mancala, Senet e o Jogo Real de Ur, datam de cerca de 4000 a.C. Desde então, os jogos evoluíram incessantemente, aproximando-se tanto do real que, por vezes, é difícil distinguir entre o que é fictício e o que é tangível.

Os primórdios dos jogos de tabuleiro se originaram no Egito e na Mesopotâmia, curiosamente, nas mesmas regiões onde a escrita teve suas raízes. Ao longo dos anos, esses jogos foram refinados, dando origem a títulos que ainda são apreciados hoje, como mancala, damas, gamão e o icônico xadrez.

À medida que a popularidade dos jogos de tabuleiro crescia, também surgira outras formas de entretenimento, como os jogos de cartas e os jogos de RPG, atraindo uma base de fãs cada vez maior. Na década de 70, com o advento da televisão, iniciou-se a era dos jogos eletrônicos, com os primeiros fliperamas.

Se você, jovem padawan, não está familiarizado com fliperamas, pergunte aos seus pais ou avós e testemunhará a nostalgia que lhes vem à mente ao recordarem os momentos passados diante dessas máquinas. Um fliperama, essencialmente, era um grande computador onde se inseria uma ficha de metal para iniciar os jogos. Ralph Baer, um engenheiro alemão, foi pioneiro nesse campo, desenvolvendo o primeiro console comercializado no mundo, o Magnavox Odyssey, lançado nos EUA em 1972.

Pong é considerado o primeiro jogo eletrônico e foi um sucesso nos fliperamas durante a década de 70. Com uma tela em preto e branco, o jogo consistia em duas barras verticais (raquetes), uma linha pontilhada (a rede) e um pequeno quadrado (a bola), onde o objetivo era usar a raquete para rebater a bola e atingir o lado adversário, uma alusão direta ao jogo de tênis.

Na década seguinte, surgiram vários consoles para esses jogos, como o Atari 2800, Magnavox Odyssey² e Dactar, entre outros. Jogos como Pac-Man, Space Invaders, Frogger, Pitfall, Enduro e River Raid se tornaram ícones da segunda geração de videogames, caracterizada por aparelhos com processadores de 4 e 8 bits.

Com a evolução dos processadores de computadores, os consoles também avançaram, resultando na terceira geração de videogames. No Brasil, destacaram-se o NES/Famicom, conhecido como “Nintendinho”, com o maravilhoso jogo Super Mario Bros, e o Sega Master System, com o famoso Sonic, entre 1983 e 1992. A quarta geração, também conhecida como geração 16 bits, foi dominada pelo Super Nintendo e pelo Sega Mega Drive, liderando as vendas entre 1987 e 1996.

A verdadeira revolução dos jogos ocorreu no final dos anos 90 e início dos anos 2000, com os primeiros jogos em 3D nos consoles de 32 e 64 bits, como o PlayStation, o Sega Saturn e o Nintendo 64. A qualidade e a resolução dos jogos foram aprimoradas significativamente, impulsionando as vendas desses consoles e popularizando-os mesmo entre aqueles que não podiam tê-los em casa, levando-os às famosas lan-houses.

As demandas do público por gráficos mais realistas e uma maior velocidade de resposta incentivaram os desenvolvedores a buscar constantemente por consoles melhores. Atualmente, estamos na nona geração de consoles, onde os jogos são cada vez mais atrativos, às vezes tão imersivos que é difícil distinguir entre um jogo e um filme.

É nesse ponto que entra a nova modalidade de jogos utilizando Realidade Virtual (RV). A RV oferece uma experiência extremamente imersiva, onde, por meio de dispositivos específicos, é possível simular um ambiente praticamente real. O espectador controla o ambiente e pode explorar livremente, interagindo com os objetos presentes na cena.

Por exemplo, você pode colocar um óculos de realidade virtual em seu escritório e encontrar-se sentado em uma praia paradisíaca ou, dentro do cockpit de um avião, pilotando-o. As possibilidades são infinitas, mas, ainda assim, o custo de entrada para desfrutar desses jogos é significativo, requerendo um computador e dispositivos específicos. À medida que a tecnologia de RV continua a se desenvolver, espera-se que se torne mais acessível no futuro, possibilitando que uma nova geração de jogadores desfrute dessa experiência única.

*O texto é de livre pensamento do colunista*


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