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Festa de João Neiva: Wel do Cavaco se apresenta domingo (12)

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Entrevista / Festa da Cidade

O município de João Neiva está em celebração dos seus 36 anos de emancipação política. A Festada da Cidade teve início nessa quinta-feira (09) e vai até domingo (12). O Merkato está publicando entrevistas com os artistas que se apresentam no evento.

Nosso próximo convidado é Wesley Apolinário Almeida, seu nome artístico é Wel do Cavaco. Pela segunda vez irá se apresentar na Festa da Cidade, a primeira foi nos 34 anos de João Neiva. Com 10 anos de carreira solo, entre músicas autorais e diversos shows feitos no estado do Espírito Santo e também em outros estados, Wel tem uma gama de experiência para garantir a diversão e qualidade musical neste domingo (12).

Uma curiosidade na carreira solo do artista é que, seu filho Wellington Almeida é um dos seus percussionistas. O garoto de 21 anos toca com o pai desde os 14 anos de idade, como profissional. Segundo Wel, o filho é o seu braço direito.

Venha conhecer um pouco mais desse artista capixaba e aproveita para agendar o seu domingo com ele, um samba e pagode com alto-astral.

1 – Wel, me conte as suas primeiras experiências com a música e o primeiro instrumento que começou a tocar.

Minha primeira experiência com a música foi quando eu vi um amigo do meu pai tocar, num social na minha casa. Eu já gostava de cantar, quando vi o violão, me apaixonei! Fui logo tentando aprender, e aprendi. Antigamente, tinha uma banda de forró que eu gostava muito, eles ensaiavam na subida do Morro do Cruzeiro, em João Neiva. Os irmãos Barbosa, Tim e Marquinhos, dois feras, que incentivavam muito os moleques do bairro a cantar e a tocar. Em João Neiva, a moda era as festas de bairros, uma melhor do que a outra, onde tinha os shows de calouros… eu adorava… já ganhei muitos cantando sertanejo. Depois veio o encanto pelo pagode, ficava vendo no muro a galera do Pandemônios do Pagode, do meu amigo Célio Correa, onde o mesmo, depois, montou o Pandemônios do Pagode Mirim. Era sucesso na região os dois grupos, daí veio a empolgação pelos instrumentos de percussão e o cavaquinho….

O meu primeiro cavaco quem me Deu foi meu padrinho, tio Nilson Almeida, instrumento zerado, nunca mais larguei.

2 – Como foi seu ingresso na música profissional?

Logo que fui evoluindo na música, montamos no bairro Cruzeiro, o Grupo Kelly, em homenagem a filha de Tarcísio Boaventura e Neta Gomes, que tinha falecido muito nova. Foi um sucesso na cidade e região. Estourou. E, com o Vem Que é Samba, qualidade, tá!

3- Por quais grupos musicais você já atuou?

Sim, já toquei em vários grupos e tenho muito respeito por eles. É uma lista grande: o “Grupo Kelly”, “Vem Que é Samba”, ambos de João Neiva.

Toquei no “Raízes”, de Colatina, no “Samba Mais”, de Linhares-ES. Também de Linhares, toquei no “Projeto Sambolada”. Tem o “Bily Band”, de Aracruz e o “Pagode City”, de Ibiraçu.

À direita na foto, Wel do Cavaco, e à sua esquerda, seu filho Wellington Almeida, que é percussionista. / Foto: Divulgação.

4 – Destaque seus melhores shows e apresentações no ES? E já tocou fora do estado do ES?

Me apresentei em Vitória, em Vila Velha, na Serra, em Cariacica, em Viana, isso falando na Grande Vitória. Mais pro interior do estado, toquei em Colatina, Ibiraçu, Aracruz, Santa Teresa, São Roque, Guarapari etc.

E se for pontuar os melhores shows foram no litoral carnaval em Conceição da Barra, Barra do Sahy, Pontal do Ipiranga, Regência e Guriri. Já fora do estado, me apresentei no estado de Minas Gerais, em Resplendor, dentro de uma balsa flutuante no Rio Doce, que top, mano! Ainda em Minas, fiz show em Aimorés, no Clube ABB. Também toquei em Campos do Goytacazes – RJ, Mucuri- BA, Eunápolis BA e Porto Alegre, no Encontro de Bambas, fiz participação.

Agora, festa que não me esqueço foi a Festa do Vinho e da Cerveja em Santa Tereza, muita gente no parque de exposições. Outro lugar foi o Botequim do Gordinho, em Linhares. Também fiz abertura do show do Xandy de Pilares, na Expo Linhares, foi top a abertura do Revelação.

Show do Wel do Cavaco em Linhares, 2013. / Foto: Divulgação.

5 – Quais são suas referências musicais?

No samba: Zeca, Jorge Aragão, Beth Carvalho, Jovelina, Alcione, Bezerra, Reinaldo e Arlindo Cruz. No Pagode, o Péricles, o Belo, Chrigor, Pixote, Pique Novo e Swingue Simpatia.

Gosto muito também do Axé 90 – Swingueira, Os Bombas, Harmonia etc…

Na MPB/pop/rock: Caetano, Djavan, Zé ramalho, Zé Geraldo e Raul Seixas.

6 – É esperado um grande público para a Festa de João Neiva. Qual o comportamento que o músico deve ter ao se apresentar em eventos desse porte?

O verdadeiro músico deve se preparar para os melhores da festa, que é o público. Trabalhar com respeito, contagiando e alegrando a todos.  O comportamento deve ser exemplo em todas as apresentações: pequena, média e grande público, formando um elo só, público e músicos.

7 – Você tem músicas autorais? Tem algum álbum ou single lançado?

Tenho sim, o álbum “Uhterere”, Tenho músicas como “Domingo no Pagode”, “Chega pra cá”, “Destino”, “Vem pro samba”, “Agora sou nada sem valor”, entre outras. Também, já estou trabalhando duas músicas pra lançar nas rádios e plataformas digitais, se Deus quiser.

8 – O que esperar do show do Wel do Cavaco na Festa de João Neiva? 

Pra quem me conhece, gosto de sacudir com um bom Samba e Pagode, um Pagode Baiano, Forrogode, Axé 90, e muito mais. E vou me apresentar no domingo, no “Almoço do Dia da Mães”, às 11 horas.


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