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“Wagner Canta Ney” na Biblioteca de Valparaíso, às 19h30

Invista no Jornal Merkato! – Pix: 47.964.551/0001-39


Entrevista / Música

O projeto “Wagner Canta Ney’ acontece hoje (05), na Biblioteca e Centro Cultural Carlos Corrêa Loyola, em Valparaíso. Esse marco para a arte serrana terá início às 19h30, com entrada gratuita.

O Merkato conversou com Wagner Billó, nas dependências de seu condomínio, acredite gente! A entrevista rolou na biblioteca do seu prédio, tudo a ver com o momento, e olha que nem foi combinado.

Esse cantor, ator, interprete e professor cedeu entrevista a mim, com muita alegria, assuntos íntimos, inteligentes e performáticos. Entre risadas gostosas, Wagner, às vezes cantava algumas canções entre as perguntas para intensificar o que queria expressar. Abriu o coração sobre diversos assuntos: família, música, trabalho, quebra de ritos, aventuras e muito mais.

Em dias atuais, Wagner é supervisor pedagógico do Senac Serra, ocupa o cargo de Analista de Educação Profissional, diz ser satisfeito com seu trabalho. Na música, busca mudanças, como em toda a sua personalidade aquariana. É um homem criativo, que não gosta da rotina, que ama aventuras e se transforma no tempo. Está sempre buscando algo, que nem sempre sabe o que é, mais é intenso ao futuro.

Aos 18 anos de idade recebeu a magia de ser pai: primeiro do João, depois do Caetano. Casou, mas se divorciou. Tem uma história com o Rio de Janeiro bem apaixonante, aventureira e profissional. Participou de diversas novelas como figurante, e nessas idas e vindas de Rio, Vila Velha e Serra, em dias atuais, mora com Felipe Saulo, seu parceiro. Segundo Wagner, ele é seu motivador para a veia artística. Estão juntos há nove anos.

O multitalentoso Billó, nasceu em Castelo, no dia 11 de fevereiro de 1982. Diz que esse mês é mais bonito, e enfatizou que ama o carnaval, a alegria, a música. Hoje, reside em Serra, desde 2018, em Morada de Laranjeiras.

O artista de alma humorada, me contagiou para realizar uma entrevista digna de estar diante de um homem contemplado pela beleza da palavra e da interpretação.

Leitor, conheça agora como surgiu o projeto “Wagner Canta Ney”, e se encante com as histórias que ajudaram a compor o jeito de ser desse menino homem, que começou a cantar em um coral italiano. Adiamo!

1 – Olá, Wagner Billó. Obrigado por ceder essa entrevista. Gostaria de começar com a história da sua participação no coral infantil italiano, na cidade de Castelo. Me conta sua trajetória inicial na música.

Quando eu comecei a cantar no coral italiano, a gente tinha aulas de italiano, o básico pra aprender as músicas. Era uma escola de música que tinha em Castelo, hoje não tem mais e… a gente ensaiava o coral de duas a três vezes por semana e se intensificava com as apresentações. Eu tinha 10 anos de idade, participei até os 14. As músicas eram cantadas só em italiano. Cantávamos músicas do cancioneiro infantil italiano e, também, tinham músicas religiosas do cancioneiro italiano. Era bem interessante. Também cantei na igreja, esse foi meu início na música.

2 – Você tem uma ligação musical muito forte com seu pai. O que ele semeou em sua vida por meio da música?

Meu pai gostava muito de música. Morou no Rio de Janeiro, fez aula de bateria, tocou bateria por um tempo, lá. Meu pai foi músico amador, ele chegou a tocar com a Sandra de Sá quando ela ainda não era famosa. Mas ele acabou deixando a música por conta do futebol, foi jogador do América por três anos… jogou no Maracanã… E depois se tornou motorista de ônibus escolar, como funcionário público. E, em relação ao gosto musical, meu pai ouvia muita coisa da MPB, não era apaixonado por música internacional. Então a gente ouvia muito Elis; Tim Maia; Clara Nunes, que era a paixão dele; Fernando Mendes, a gente ouvia muito; o Jessé; Roberto Carlos, que não pode faltar. Eu fui criado nesse meio dos LPs.

3 – E seu contato com a música, enquanto morou no Espírito Santo, como foi sua trajetória antes de ir para o Rio de Janeiro?

Acho que cantei em quase todo o estado do ES. A primeira banda que eu comecei a cantar forró foi na “Banda de Mel”, o cachê era bom, rendia. Entre os 18 a 19 anos de idade comecei a fazer barzinhos, foi muito bom.

4 – Você ficou no ES até os seus 25 anos, depois se lançou ao Rio de Janeiro, por quê?

No Rio de Janeiro eu comecei a fazer figuração. A minha ideia de ir pro Rio era estudar TV e cinema. Fiz um ano de TV e cinema na Escola Eduardo Fraga, em Copacabana. Minha vontade era fazer novela. Cheguei no RJ entre 2007, 2008, nesse intervalo de tempo. À época, eu estava casado, tinha dois filhos, acabei me separando.

Mas o tempo que morei no RJ, eu conheci o João, da Agência Luz e Cor, agência a qual eu trabalhava. Fiz figuração, eventos, era bem legal. Eu participei de uma figuração de elenco de apoio. Participei da novela “Passione”, do remak de “Ti-Ti-Ti”, participei na Record de grandes produções como “Sansão e Dalila”, “Davi”, figurações que eu fazia todos os dias como soldado.

Outra participação que fiz foi em “Fina Estampa”, na Globo. Foi bem legal esse tempo. E, estive em uma única novela, a “Ribeirão do Tempo”, na Record, uma pequena fala em um elenco de apoio e depois eu me vi num caminho diferente, minha remuneração no RJ não estava dando pra sobreviver, e aí foi quando eu conheci meu ex-companheiro, à época, o Flávio, que era cabeleireiro, me chamou pra ajudá-lo, me encaixei na profissão. Comecei como auxiliar dele, e aí eu me vi estudando um curso de cabeleireiro no RJ, fui trabalhar em salão de beleza, comecei a ter uma renda melhor, abandonei a figuração, e essa foi a primeira vez que fui ao RJ.

5 – Vida que segue. E já deu pra perceber que você é uma pessoa de muitas mudanças. Saindo do RJ, você foi morar em Vila Velha, novamente mudou-se para o RJ, o que foi buscar lá pela segunda vez?

Quando vim do Rio, fui moar em Vila Velha para trabalhar em um salão de beleza, em Itapuã. Trabalhei com a Débora Lyra, ela foi Miss Brasil, em 2017. Eu e o Flávio viemos do Rio, já morava com ele lá, tudo durou uns quatro anos.

Aí comecei a ministrar aulas em Vila Velha. À época, trabalhando em salão, ministrando aula no Instituto Embelleze. Eu estava meio desgastado e esperava um pouco mais de Vila Velha. Eu voltei pro Rio de Janeiro pra fazer a mesma coisa que estava fazendo em Vila Velha. Fui indicado para dar aula no Instituto Embelleze na Tijuca e em outros lugares.

Show realizado no Teatro da Estação Cidadania e Cultura, em Novo Porto Canoa. / Foto: Divulgação.

6 – Depois disso você volta para o ES, e como foi lidar com a música, foi quando você começou a pensar em carreira solo, certo?

Voltei do Rio, pela segunda vez, no intervalo de tempo em 2017… Eu fazia carreira solo, Wagner Billó e banda. Eu que resolvia tudo: agenda de shows, vender swhow, o hotel para os músicos, e ainda trabalhava no salão, dava aula de cabeleireiro… Eu desisti. Foi aí que entrei na Banda Ritmos (fiz muita formatura, casamento, festas), fiquei até o ano passado. E veio a oportunidade de criar o projeto “Wagner Canta Ney”, e tô desenvolvendo esse trabalho.

7 – Wagner, antes de começarmos a falar desse seu novo projeto musical, gostaria de entrar em uma curiosidade com você sobre religião e signo; acredita nos dois; qual é a sua relação com esses assuntos?

Eu sou umbandista. Eu me encontro da seguinte forma: o ser espiritual em constante evolução, essa é a minha busca dentro da umbanda. Tenho um carinho pela Igreja Católica, onde fui criado, mas esse cristianismo ideal que não existe, que não respeitam a escolha do próximo, o livre arbítrio… As pessoas pregam muito, mas não fazem. E, aquela coisa velada, né. Eu caso, tenho dois filhos e já sabendo que eu era gay… Eu sofri muito… e a igreja não aceita isso… Quando eu fui me conhecendo mais percebi que eu preciso de ser eu mesmo, não preciso de usar uma capa. A Umbanda me traz essa paz, essa relação comigo mesmo.

E em relação a signo… eu sou aquariano. Quando a gente olha as coisas do horóscopo… coisas batem e outras não batem. Até mesmo porque somos seres únicos… Daqui a 10 anos serei outra pessoa, mas acredito no ser criativo do aquariano, aventureiro, o ser que gosta de mudanças, transformações. Não gosto de fazer a mesma coisa sempre. Eu sou constantemente incomodado pela rotina. Minha inquietação é querer mudar algo sempre: a carreira musical, no teatro, carreira no Senac – eu penso muito no futuro.

8 – Então vamos falar de futuro e do presente, mas, primeiro, precisaremos de falar do passado. O projeto “Wagner Canta Ney”, como surgiu essa criação?

Em 2021, ainda estávamos sofrendo algumas ações da pandemia, então um grande amigo meu de Cachoeiro, o Aroldo Sampaio, sobrinho do falecido cantor e compositor Sérgio Sampaio, ele me procurou e disse que estava gravando algumas músicas do Sérgio para fazer um tributo, queria fazer só as gravações e lançar os vídeos no Youtube. Ele iria convidar 12 cantores capixabas, ele me convidou para participar. Me mandou duas músicas, uma delas a “Ninguém vive por mim”.

Fui pra Cachoeiro e gravei. Aí, ele me perguntou se eu já tinha pensado em gravar alguma coisa do Ney, respondi que não. Tinha dito que meu timbre iria encaixar. Então, ele me mandou a música “Fala” e “Sangue latino”. Ouvi as músicas, gravamos e ficou assim: lindo demais! Foi quando ele sugeriu em fazermos um Tributo ao Ney. A ideia veio dele, não veio de mim. Eu nem era apaixonado pelo Ney, nem ouvia, meu pai raramente ouvia.

9 – Após seu mergulho no trabalho e vida de Ney Matogrosso, qual foi as mudanças que ocorreram em sua percepção artística, o que você passou a admirar no Ney?

Quando eu comecei a estudar o Ney, quando comecei a ouvir todas as músicas e assistir vídeos antigos de músicas e entrevistas, fiquei apaixonado por muita coisa. Então, quando me perguntam se minha aproximação da obra do Ney tem a ver com a homossexualidade, não foi, é muito mais pela ousadia dele. Em plena ditadura, cantar quase seminu… Foi um ícone no Fantástico à época. E essa ousadia, esse fervor dele, essa coisa quente que me encantou demais… e também por sempre ter sido apaixonado pelo Cazuza… a história dos dois me deu um boom, eu nunca fui apaixonado pelo Ney, mas aos poucos eu fui me apaixonando e, hoje, o reconheço como uma das grandes vozes brasileiras.

Outra coisa que me aproxima do Ney Matogrosso, é que sempre gostei de me maquiar. Essa questão do pintar o rosto, do se colorir, do brilhar, está contido em mim. Ele transparece de uma forma muito natural, as pessoas o criticavam levando pro lado que ele queria ser uma mulher, não é isso, é outro contexto, é a arte. É literalmente a arte.

10 – O projeto “Wagner Canta Ney” está em que edição e me conta quantas apresentações serão de acordo com a Lei de incentivo Fundo a Fundo – Fruição Cultural pelo município da Serra, com apoio do Governo Federal?

Essa da Biblioteca de Valparaíso será a terceira apresentação. A primeira, foi no Teatro da Estação Cidadania e Cultura, em Novo Porto Canoa, em junho de 2023. Foi abraçado pela empresa Clube Capixaba. Houve o patrocínio da empresa, Prefeitura da Serra e mais alguma coisa que tirei do meu bolso. Aí me inscrevi no edital Fundo a Fundo e fui contemplado, foi aquele murmurinho as pessoas comentando… O primeiro show foi fenomenal.

A minha ideia não é levar uma imitação do Ney Matogrosso. Eu levo uma performance pro palco, lembrando de alguns detalhes com muito carinho, os olhares do Ney, o jeito da mão.

O segundo show, que na verdade foi o primeiro do edital, tenho que cumprir uma agenda de três shows pelo edital. Voltei no teatro em Novo Porto Canoa. O segundo vai ser na Biblioteca de Valparaíso e o terceiro, tô negociando pra ser em Jacaraípe, foi um convite do Fernando, Conexão Jacaraípe.

“O show não é uma imitação do Ney Matogrosso, é uma interpretação”, disse o artista. / Foto: Divulgação.

11 – E os sucessos que irá cantar? Me conta o que te envolve nas letras.

A música “Fala”, “Sangue Latino”, “Poema”, que é incrível; “Como 2 e 2”, que é minha preferida… E as letras… “Como 2 e 2”, existe a confusão se a música é do Roberto Carlos ou Caetano… o Ney regravou… Um trecho que acho interessantíssimo, que é pura poesia:

“Quando você me ouvir chorar

Tente, não cante, não conte comigo

Falo, não calo, não falo

Deixo sangrar…

[…]Meu amor

Tudo em volta está deserto, tudo certo

Tudo certo como dois e dois são cinco…”

Eu acho a gente tem que parar dessa ideia formada pelo homem que a matemática tem que ser exata, a vida nunca foi exata. (Merkato) E deixar o outro sangrar? Tomei muita porrada na vida. Era frente a frente. São outros tempos hoje, mas na minha adolescência sofri muito em relação a homossexualidade… A criança, quando se voltava pra arte, já era vinculada a ser homossexual, cantar em coral não era coisa de homem, a gente vai sempre ouvindo isso e a necessidade de quebrar protocolos, quebrar ritos, romper tratados.

12 – Que ritos você traiu? O que “Sangue Latino” te representa?
Quando a gente ouve essa música, que é do Belchior, um cara visionário, além do seu tempo, que cantava a alma dele. Então, quem eu sou? O que eu quero representar? Com quem eu quero estar? Como eu quero ser visto? Então quando a gente fala em rito, a sociedade vive em ritos, então a gente quebra ritos e é massacrado, eu insisto em quebra ritos, trair ritos, quebrar tratados. Fiz isso na minha vida.

13 – E na canção” Homem com H”, como você se enxerga nessa música? Que tipo de homem com ‘H’ você é, e deseja representar nesse show?

Ser homem com ‘H’ é ser respeitoso. É ser bom pai. É ser bom filho. É você levantar todos os dias e saber que você tem uma jornada pela frente e precisa de seguir e fazer o seu melhor. Ser homem com ‘H’ é, também, você observar que no meio do caminho você vai cair, que você tem o direito de cair, mas que você precisa de se reerguer. Ser homem com ‘H’ é ter orgulho de si próprio. Todos os dias eu tenho esse propósito. Quando eu levo o projeto “Wagner Canta Ney” pro palco, as pessoas me falam que parece que não sou eu, que eu me transformo. Isso é o envolvimento da arte. E, ali, no palco, eu justifico, me mostro, sim, um homem com ‘H’.

14 – O espaço da Biblioteca de Valparaíso é pequeno, de acordo com a proposta do show. Serão 6 músicos, com você cantando, sete pessoas. A lotação máxima é de 120 pessoas sentadas. Esse romper do seu show dentro da Biblioteca, um espaço cultural que precisa de ser mais utilizado. Posso dizer que hoje o seu show irá selar o antes e o depois da Biblioteca de Valparaíso?

Eu tenho um grande parceiro, que é o Oscar, da Scorpions Sonorização. Fomos à Biblioteca, fizemos a visita técnica. Vai ficar um som ambiente, todo mundo vai se ouvir. Ele falou que o som ficaria gostoso, nada alto. O espaço vai ficar com as luzes apagadas, mas com um show com iluminação. Cada música terá uma iluminação diferente. Ao todo, apresentarei 13 músicas. Dá 1h e 20 minutos de show, entre falas, danças… Minha integra é de corpo e alma.

Quando veio a ideia de fazer o evento na Biblioteca, até eu fiquei pensando se ia dar certo. Eu quero fazer nesse espaço, claro que eu vou ficar feliz de ver o espaço cheio, mas se não tiver cheio o importante é levar o meu trabalho. Eu entendo que esse espaço é pouco movimentado e precisa ser mais movimentado, e é um espaço artístico, não é apenas uma Biblioteca, é um Centro Cultural que precisa manter a arte viva. Então por isso chamo os órgãos públicos e privados para terem um olhar mais carinhoso, mais afetuoso com o artista capixaba e principalmente com o artista serrano.

Eu tenho pra mim que será uma noite encantadora, linda, de muito amor e envolvimento e, principalmente, evolução espiritual pra muitas pessoas através da arte, da sensibilidade que a ate provoca nas pessoas. Espero que pra esse show acontece um marco na Biblioteca de Valparaíso, que fique pra história que teve um show, ali, que foi massa, que foi legal, que agora podemos articular mais e ganhar mais visibilidade para as pessoas.

15 – E você tem pretensões de continuar com o projeto “Wagner Canta Ney”?

O Wallace é produtor musical do “Wagner Canta Ney” num todo. Ele que criou as 13 releituras musicais para o projeto. Já estou articulando apresentar o musical em Castelo, minha cidade, né. Também em Marataízes… tô negociando com a Casa Roxa, com o Guilherme. E, pretendo levar para o Norte do estado. Quero fazer tudo planejado. Se eu não conseguir fazer apresentação mensalmente, pelo menos de dois em dois meses. O projeto finaliza as apresentações com a verba do Fundo a Fundo, tenho mais uma apresentação e os outros lugares será no murro (risos). Vou buscar patrocínios, já consegui alguns. O importante é levar o show pra outras cidades.

Grupo musical que acompanha o Wagner Billó no projeto “Wagner Canta Ney”. Wallace Lopes (violão e guitarra); Wederson Pereira (Sax tenor e soprano); Sidney Lopes (baixo); Raphael Henrique (bateria e percussão); Matheus Germano (teclado); e Alan Pinheiro (trompete) / Foto: Divulgação.

16 – Considerações finais.

Hoje estou em uma fase de realização. É muito importante falar isso pra você aqui, porque têm muitos artistas que não são realizados. Aproveito pra deixar uma cobrança pro governo do estado, pra própria Prefeitura, pra empresas privadas, valorizar um pouco mais o artista capixaba em todas as suas vertentes. E obrigado ao Merkato por divulgar a arte, a cultura e saber que seu jornal compra essa ideia.


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