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Rock e liberdade une moto clubes

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Bar tradicional do Mauro Pé de Galinha, em Valparaíso, Serra. Marca registrada do bar: petiscos, comida de boteco, cerveja gelada, karaokê famoso.

“…Mas Vital comprou a moto e passou a se sentir total” e “Vital e sua moto, mas que união feliz”…. O trecho da música da banda Paralamas do Sucesso cantarolados por nós há décadas – que aliás estarão por aqui no Espírito Santo no domingo (16) – reflete bem o sentimento dos moto clubistas.

As máquinas podem ter diferenças: modelos clássicos ou super modernos, com robustez ou sem maiores potências. Mas, o que é bem semelhante é o propósito que envolve este estilo de vida: a vontade de juntar os amigos, desenvolver o espírito de solidariedade, unir famílias para contar histórias e aventurar, no espírito de liberdade, ao som de música boa.

O primeiro moto clube do mundo que se tem notícia surgiu no distante ano de 1897, nos Estados Unidos, quando um grupo de amigos se reuniu, mas, à época, com suas bicicletas e deram o nome de Yonkers Bicycles Club. Em 1903, decidiram trocar suas bikes pelas primeiras Harley Davidson (icônica fabricante americana de motocicletas).

No Brasil, os primeiros registros são de aproximadamente 30 anos depois, no Rio de Janeiro, Moto Clube do Brasil. Atualmente, são mais de 4.000 espalhados pelo país. Daí foram se expandindo mundo afora, criando símbolos e logomarcas e estampando em suéteres, jaquetas e claro, os coletes de couro pelos membros. E nos anos 90, se popularizaram.

É bem verdade, que rolaram as rivalidades e alguns rotulados de gangues violentas, mas o objetivo nunca foi esse, muito pelo contrário.  Os moto clubes funcionam como uma entidade sem fins lucrativos, com um organograma, alguns até com estatuto e integrantes com o compromisso de manter valores como respeito mútuo e espírito de empatia.  Realizam eventos e auxiliam as comunidades que necessitam.

No Espírito Santo, a estimativa é de cerca de 300 grupos e cortando as duas rodovias federais (BR 101 e BR 262), em diferentes climas e relevos, com praias, montanhas e planícies, muito atrativo para rodar com as poderosas. Além das estradas, podemos ver eles reunidos nos bares ou festivais.

Um destes grupos é o “Escorpiões do Asfalto”, de Jardim Limoeiro, fundado em 2001 e que hoje conta com 12 integrantes, sendo dois casais, que cada um à sua moto. Todas as quintas-feiras, a partir das 20 horas, se reúnem no Bar do Mauro, Pé-de-galinha, em Valparaíso/Serra. O ambiente é totalmente familiar e costumam fazer churrascos 0300. A união vem com o sentimento de liberdade em viajar, participar de eventos e ajudar instituições carentes.

Também os “Leopardos Moto Clube”, fundado por Popeye e Nélio Tadeu, com mais de 20 anos de estrada, quando começaram em Bairro de Fátima e estão por lá até hoje. Às vezes também são convidados pelos “Escorpiões do Asfalto” para irem ao bar do Mauro. Contam hoje com cerca de 20 integrantes.

Um dos hinos dos moto ciclistas é Born To Be Wild, (Nascido para ser selvagem), da banda Steppenwolf.  Além deles, também entram na playlist clássicos de Led Zeppelin, Deep Purple, Motorhead, Sex Pistols, Eric Clapton, Bruce Springsteen Metallica e outros.

Deixe sua sugestão de músicas aqui, nos comentários, para também entrar nesta lista.

*O texto é de livre pensamento do colunista*


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Roberto TeixeiraJornalista e Mestre em Comunicação. (Imagem: Divulgação).

 

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